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Gestão e Consultoria Financeira para EmpresasDemonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)

Em meados de 1430 para atender as necessidades das empresas foi estruturada a contabilidade pelo regime de partidas dobradas. Durante aproximadamente 500 anos as informações eram geradas pelo regime de caixa, mostrando os recebimentos e pagamentos da empresa.

A partir de 1930 passou-se a gerar e utilizar as informações pelo regime de competência que são “mais bem comportadas” quando comparadas as informações pelo regime de caixa. Foi uma importante evolução, mas infelizmente deixaram de lado as informações pelo regime de caixa.

A partir de 1988 as empresas norte-americanas passaram a gerar e a utilizar a Demonstração dos Fluxos de Caixa.

Em 2005 foi criado no Brasil o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) para alinhar a contabilidade brasileira aos padrões internacionais. Com o CPC 003 de 2007 passamos a ter a Demonstração dos Fluxos de Caixa no Brasil.

Há um consenso de que os dois tipos de informação pelo regime de competência (balanço patrimonial e demonstração de resultados) e pelo regime de caixa (demonstração dos fluxos de caixa) se complementam. Este último ainda é o menos gerado e utilizado pelas empresas. A análise integrada das informações de caixa e de competência é algo que pode ser muito mais utilizada pelo mercado.

Neste artigo faremos vários comentários á Demonstração dos Fluxos de Caixa que é uma poderosa ferramenta para a gestão financeira das empresas. Estaremos tratando dos Fluxos de Caixa histórico e sua estrutura será a mesma quando abordarmos no próximo artigo os Fluxos de Caixa projetados.

A Demonstração dos Fluxos de Caixa possui os seguintes grupos;

  • Atividades Operacionais que mostra os recebimentos e pagamentos operacionais ocorridos no período analisado. Em linhas gerais estaremos tratando das receitas e despesas da demonstração de resultados, mas mostradas pelo regime de caixa.
  • Atividades de Investimentos que abrange basicamente os grupos investimentos, imobilizado e Intangível do balanço patrimonial.
  • Atividades de Financiamentos que engloba os recursos de terceiros (empréstimos e financiamentos ) e os recursos próprios que são mostrados no patrimônio líquido do balanço patrimonial.

Uma DFC mostrando os três grupos acima é uma “mão na roda” para tomar decisões financeiras. Ela mostra a origem dos problemas de caixa, se provem das operações, dos investimentos, dos financiamentos ou uma combinação deles.

Principalmente no Brasil onde as taxas de juros são altas como nos dias de hoje ou muito altas como eram até pouco tempo atrás, dispor de informações de caixa para tomar decisões é fundamental para a sobrevivência e rentabilidade dos negócios.

Existem dois métodos para gerar a DFC;

  • O método indireto, que compõe a diferença entre o resultado contábil (lucro ou prejuízo) com a geração de caixa operacional.
  • O método direto, segundo o qual as principais classes de recebimentos brutos de caixa e pagamentos brutos de caixa são divulgadas

Pessoalmente não gosto dos nomes dos métodos. Eles transmitem a ideia errada que pelo método direto são classificados os recebimentos e pagamentos e pelo indireto os números do regime de competência são transformados em números pelo regime de caixa. O que ocorre é que em ambos os métodos os números de competência são transformados em números de caixa.

Independente do método a ser utilizado a DFC deve ser elaborada partindo de informações contábeis confiáveis. O ponto de partida sempre será o balancete contábil obtido pelo regime de competência.

Como regra geral podemos afirmar que a maioria das pequenas e médias empresas subutiliza ou simplesmente não utilizam as informações financeiras da contabilidade para gerir os negócios. Considera-se pequenas e médias empresas;

  • As que tiveram no exercício social anterior, ativo total igual ou inferior a R$ 240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais)
  • Ou receita bruta anual igual ou inferior a R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais).

No próximo artigo abordaremos o planejamento financeiro usando a mesma estrutura da DFC.

A análise financeira de sua empresa pode ser feita a distância, o que reduz sensivelmente o custo do serviço.

Saudações,
Consultor e Gestor Financeiro

Ademar Campos Filho

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