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Gestão e Consultoria Financeira para EmpresasGestão Financeira de Empresas

O administrador financeiro de uma empresa se orienta por princípios de três grandes áreas

Economia para entender como a empresa é afetada pelo contexto de mercado. Com o mercado mundial bastante interligado, é necessário conhecê-lo principalmente quando a empresa atua com importação e exportação. Mesmo atuando somente no mercado nacional, é necessário que o gestor financeiro conheça as variáveis que podem afetar os negócios

Área Financeira, onde encontramos os conceitos financeiros dos quais destacamos risco e retorno, custo de capital, estrutura de capital, valor do dinheiro no tempo, avaliação, análise de investimentos, planejamento financeiro dentre outros. O conhecimento destes princípios é necessário independente do tamanho da empresa. Saber calcular o custo efetivo total (CET) de um empréstimo ou financiamento deveria ser um dos critérios para selecionar os funcionários da área financeira. Ainda encontramos empresas que ao utilizar recursos de terceiros, passam a trabalhar para os bancos pela seleção inadequada destes recursos. O gestor financeiro precisa ter ao menos os conhecimentos básicos de contabilidade, que será nosso próximo assunto.

Contabilidade, onde o contador precisa desempenhar três principais funções:

  • Calcular impostos e que são muitos e possuem legislação complexa. As penalidades por descumprimento da legislação são altas.
  • Atender as chamadas obrigações acessórias, prestando informações principalmente ao fisco federal, estadual e municipal. Aqui também as punições são pesadas.
  • Apurar os resultados societários para que os sócios e demais partes interessadas conheçam a situação financeira da empresa. É bastante difícil definir com precisão quais as consequências para o não cumprimento desta tarefa. Equivale a um piloto de avião sem plano de voo.

"Das três funções a serem executadas pelo contador entendemos que a terceira é a desempenhada com menor qualidade. A seguir vamos procurar entender as causas disto, mostrando que a situação já foi bem pior, mas ainda precisa melhorar muito."

  • Historicamente a legislação do imposto de renda ditou as regras de como apurar o resultado contábil.
  • Há legalmente uma distinção entre as regras para apurar dos resultados societários que são reguladas pelos princípios fundamentais de contabilidade e as regras fiscais para apurar o lucro fiscal ou tributável.
  • A criação no Brasil do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) em 2005 fortaleceu os princípios fundamentais de contabilidade e os alinhou aos padrões internacionais de contabilidade.
  • Na teoria deveria funcionar assim; a contabilidade é feita com base nos princípios fundamentais de contabilidade, apurando o lucro societário e a partir daí são feitos ajustes para se chegar ao lucro real, base de cálculo do imposto de Renda (IR) e da Contribuição Social sobre o Lucro (CSSL). Na prática não é bem assim e vamos citar somente dois exemplos dos inúmeros casos possíveis
  • Usar taxas de depreciação estabelecidas pelo regulamento do imposto de renda (RIR), ou calcular a depreciação com base na vida útil estimada para o bem e aí tratar de convencer o “leão” que as estimativas estão corretas. Regra geral os contadores optam pelas taxas do RIR e não sofrem punições do CPC.
  • Um veículo usado foi comprado por R$25.000,00, mas está valendo R$20.000,00. Os princípios contábeis definem que a perda de R$5.000,00 deve ser reconhecida antes mesmo da venda. Regra geral isto não ocorre para evitar um trabalho adicional ao contador que teria que fazer um ajuste no livro de apuração do lucro real.

Entendo que a Receita Federal e o CPC poderiam manter grupos de trabalho para unificar vários procedimentos contábeis que servissem para as duas finalidades. Um toma lá, dá cá, facilitaria a vida de todos

A contabilidade é uma ferramenta essencial à gestão financeira das empresas. Com os registros contábeis sendo feitos pelo sistema de partidas dobradas, podemos utilizar informações confiáveis disponibilizadas pelos relatórios financeiros / contábeis, principalmente o balanço patrimonial, a demonstração de resultados e a demonstração dos fluxos de caixa. Muitas conclusões podem ser tiradas destes demonstrativos, através dos índices de liquidez, de rentabilidade, e de endividamento.

Dois grandes motivos afastaram empresários e gestores da contabilidade. As altas taxas de inflação que inutilizavam os números e a relação de desconfiança entre os contribuintes e o fisco. A inflação está domada e a convivência com o fisco está amadurecendo.

Com informações contábeis confiáveis, temos duas grandes vantagens para os empresários:

  • Decisões podem ser tomadas com base em informações que completam o “feeling”;
  • Os controles podem desempenhar o seu papel no negócio evitando os ralos por onde muitas vezes o lucro desaparece;

Todos têm a ganhar com o fortalecimento da contabilidade na gestão dos negócios, inclusive os gestores financeiros.

Consultor e Gestor Financeiro

Ademar Campos Filho

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